segunda-feira, 22 de setembro de 2008


Muitas vezes...

...acho que estou mais perto da verdade quando digo..."não sei"!!

terça-feira, 12 de agosto de 2008

...um título só ia atrapalhar...


Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se dele e disseram-lhe: «Este sítio é deserto e a hora já vai avançada. Manda embora a multidão, para que possa ir às aldeias comprar alimento.»
Mas Jesus disse-lhes: «Não é preciso que eles vão; dai-lhes vós mesmos de comer.» Responderam: «Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes.» «Trazei-mos cá» - disse Ele. E, depois de ordenar à multidão que se sentasse na relva, tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao céu e pronunciou a bênção; partiu, depois, os pães e deu-os aos discípulos, e estes distribuíram-nos pela multidão. Todos comeram e ficaram saciados; e, com o que sobejou, encheram doze cestos. Ora, os que comeram eram uns cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças. (Mt 14, 15-21)



Ora, nos dias de hoje, um grupo de amigos decidiu passar uma semana de férias em conjunto, onde desse para brincar, descansar, conviver...

Jovens, como eram, não dispunham de grandes rendimentos, e então a palavra poupar estava cravada na mente de cada um. Optaram pela estratégia do "partilhar" que, segundo dizem, é a mais proveitosa para todos. Como as únicas despesas seriam na área da alimentação, cada um levou um pouco do que tinha em casa e o extra necessário compraram posteriormente graças a uma quantia simbólica que cada um dispôs.

A semana correu muito bem. Quanto à comida, todos puderam comer à vontade, sem ninguém passar fome, mas sempre com a sensação de que a comida podia acabar a qualquer momento.

Na última refeição, para que não sobrasse nada, tudo teve lugar na mesa...o objectivo era acabar com o maior número possível de "restos". Terminada a refeição, não cabia mais nada na barriga de cada um.

Depois de tudo arrumado e de mochilas às costas, prontos para regressar a casa, distribuiram no balcão toda a comida ainda existente, para que se repartisse por todos...

Houve abundância de comida para cada um, muitos diziam - "Levo mais do que a que trouxe...!!" e assim, graças à pequena partilha de cada um...fizeram grandes banquetes e sobrou ainda muito alimento...

Esta história pode parecer parva e até despropositada relativamente ao evangelho de Mateus. No entanto, sendo este o evangelho desse fim de semana, este momento da "despedida" tocou-me bastante devido a este pequeno pormenor..."Todos comeram e ficaram saciados; e, com o que sobejou, encheram doze cestos"...e foi bonito de ver...

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

ironias


Adoro a frase:

"Puxa! Já fiz muito...não sou empregado de ninguém...!!"

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Desculpem a ousadia......às vezes dá-me para estas coisas....


- Tu é que andas na boa vida!! Só Amor, sempre no meio dos namorados, dos amigos, da família…enfim…daqueles que se amam verdadeiramente! ConTigo há realmente só Festa. Tás mesmo na boa!!!

- Mas é mesmo assim… Não querem vir? O quê? Muitos afazeres? Sem problema!! Outros hão-de vir!!! Não vou é ficar sem Festa!!! Isso não… já preparei ali uns croquetezinhos quentinhos, Ah não!! Aquilo é que vai ser!! Ah, mas não te preocupes, que estes croquetes são mágicooooooooosssssssssss……………Podem ficar horas, dias, meses, anos, uma eternidade à espera que nunca deixam de estar quentinhos… Sempre prontos para quando os trincares os sentires no seu melhor sabor – no ponto!!!! E quando falo em croquetes falo de tudo o resto…nunca há pratos vazios, nada se esgota nesta festa eterna…

Olha, o Espírito Santo não pára, passa a vida a levar e a trazer pratos da cozinha. O Filho parece que tirou um curso com a Bobone…a dispor tudo na mesa para ficar bonitinho e a provar de tudo e mais alguma coisa e eu, olha…tou para aqui na cozinha e não paro de cozinhar…

Quem? Jesus? Está ali está… o pessoal vai todo ter com ele… Dizem que até gostam dele sem barba…e o rapaz nunca teve barba…vê lá tu…inventam cada uma…

Bem, vou mas é para ali, porque o pessoal tá a perder o apetite…também só querem conversar, conversar, dar beijinhos e abraços…. Oh que caraças!!!! Onde me fui meter…..hehehehehe…. Adoro isto!!!!!!! Nasci mesmo para isto……..

quinta-feira, 3 de julho de 2008

...há coisas que não consigo entender...


Não consigo perceber as pessoas que brincam com a vida. Não as pessoas que brincam na vida. Mas aquelas que não a levam a sério. É óbvio que não estou a falar em ser sisudo, nada disso......
Estou a falar de encarar a vida como um dom e conseguir tirar dela o melhor que ela nos pode dar.

Não consigo perceber as pessoas que não se vêem na vida, que não conseguem traçar um caminho por onde ir...

Pronto, olhem...
...não percebo...


domingo, 29 de junho de 2008




Deus está em todo o lado ou está onde O deixamos estar?





quarta-feira, 28 de maio de 2008

"A minha realeza não é deste mundo" (Jo18, 36)


Nestes últimos tempos, talvez devido a diferentes expressões de farisaísmo que se têm feito notar à minha volta, tenho pensado “E se eu fosse presa por alguma infracção à lei estatal, mas a favor da lei do Amor?” e então, numa mistura de ingenuidade, mas de muita verdade naquilo que estava a sentir pensei: “Ah! Ria-me na cara dos “polícias”, porque não iam perceber nada de nada e dizia-lhes que a minha lei não era a mesma que a deles.” O mais provável era eles levarem-me para um hospital psiquiátrico ou então darem-me dois estalos, rirem-se na minha cara ou qualquer coisa do género.

Mas isto tudo só para explicar que só agora, passado talvez 13 anos de ter ouvido pela primeira vez a passagem em que Jesus, enquanto era interrogado por Pilatos, diz “A minha realeza não é deste mundo”, é que acho que a percebi realmente. Pelo menos ganhou outro sentido para mim.

Sempre que lia ou ouvia esta expressão dita por Jesus achava que ele já não devia estar lá muito bem da cachimónia, sim…já devia ter levado alguma porrada e então aquilo já não estava a funcionar 100%. Considerava essa a resposta fácil e ao mesmo tempo a mais louca que alguém poderia dar…como que lhe perguntassem alhos e ele respondesse bugalhos. Como quando nos filmes vemos um louco no tribunal e lhe perguntam “Matou a sua vizinha?” e ele responde “Preciso de ir ao supermercado”. Mas no fundo é mesmo isso…aqueles que o interrogavam não percebiam nada do que Jesus dizia e estavam a falar de leis e Jesus de Amor. Estavam a julga-lo com uma lei que não tinha nada a ver com a vida de Jesus. Uma lei que não era, nem por sombras, necessária no reino porque Jesus lutava.

Ao início pode parecer muito óbvio o que escrevi…tal como me pareceu a mim…mas depois de reflectirmos um bocadinho e de nos implicarmos a nós…acho que dá para entender…!!

No princípio do texto disse que fazia e dizia aquilo e aqueloutro aos “polícias”…mas na realidade…não é tudo assim tão superficial…! Eu fazia e dizia na minha cabecinha…em alturas que parece que tenho toda a força do meu lado, mas infelizmente, ainda confio aos “momentos”…e não constantemente.

Ia escrever aqui que Jesus era um homem de “tomates” (desculpem a expressão :p ), mas depois pensei um bocadinho melhor e mais uma vez….”Parva, Teresa!”, Jesus SIMPLESMENTE confiava…confiava que era por ali o caminho e sabia que só assim a sua vida teria sentido e por isso disse de forma consciente e ultra mega e hiper verdadeira “A minha realeza não é deste mundo”……...ainda......