terça-feira, 16 de novembro de 2010



Ta pensa na bo
bem ess melodia
di odjos ficthado
m viaja na nha fantasia
Ta pensa na bo
bem ess melodia
di odjos ficthado
m viaja na nha fantasia

Dia di sol, dia di calor
sorriso na rosto, sem cansera, sem dor
Dia di sol, dia di calor
sorriso na rosto, sem cansera, sem dor
Ie, ie, ie, io

Di chinelo na pé, coração xei di fé
mi ma bo ta anda, na certeza conquista
Di chinelo na pé, coração xei di fé
mi ma bo ta anda, na certeza conquista
um mundo novo, um mundo livre
Sorriso na rosto, só sabura, só sab
um mundo novo, um mundo livre
Sorriso na rosto, só sabura, só sab
Ie, ie, ie, io

Só d'imagina...Só d'imagina

Bo vibração positiva vibra ma mim
Bo vibração positiva tchiga na mi...
Bo vibração positiva vibra ma mim
Bo vibração positiva tchiga na mim...

Só d'imagina...Só d'imagina...Só d'imagina
Jam senti esperança, só d'imagina jam senti criança di luz.
Só d'imagina...
Bo vibração positiva vibra ma mim
Bo vibração positiva tchiga na mi
Bo vibração positiva vibra ma mim
Bo vibração positiva tchiga na mi
Ie, ie, ie, io

Só d'imagina...Só d'imagina...
Só d'imagina jam senti criança,
Só d'imagina jam senti esperança,
Só d'imagina jam senti criança

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A (in)capacidade das palavras

"Se olharmos as coisas de perto, na melhor das hipóteses chegaremos à conclusão de que as palavras tentam dizer o que pensámos ou sentimos, mas há motivos para suspeitar que, por muito que procurem, não chegarão nunca a enunciar essa essa coisa estranha, rara e misteriosa que é um sentimento."
José Saramago
In “Las palabras ocultan la incapacidad de sentir”, ABC (Suplemento ABC Literario), Madrid, 9 de Agosto de 1996
caderno.josesaramago.org

domingo, 24 de outubro de 2010

"Era uma vez eu antes de Jesus... Era uma vez eu depois de Jesus..."
É Delicioso ver este testemunho de história acontecer ao nosso lado...

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Provérbio Africano

As lágrimas que descem pelo rosto não tiram a visão.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Provérbios

Nem sempre gostei de provérbios. Mas com o tempo fui aprendendo a respeitá-los e até a gostar deles. Vejo-os como o retrato de um povo, com História, histórias, crenças e com experiência de vida, muita vida.
Também com o tempo, fui descobrindo uma nova brincadeira (daqueles que quem me conhece mais de perto sabe que tenho :p) e então a brincadeira (que se transforma muitas vezes numa coisa séria) consiste em recriar os provérbios à minha vontade. Ou seja, sempre que ouço ou leio algum, crio um novo baseado nesse. Confesso que é uma brincadeira muito engraçada e que me tem feito descobrir muitas coisas! =) É giro...e, por isso, sugiro que experimentem!
Por isso, hoje partilho um que me tem acompanhado há já algumas semanas...e é bom ter destas companhias...
Todos nós sabemos que "A Esperança é a última a morrer!"...eu atrevo-me a dizer que " A Esperança é a primeira a nascer"...
e olhem que o parto já começou...há muitas, muitas, muitas horas...

domingo, 5 de setembro de 2010

A Disney tem destas preciosidades :)


"O que eu mais amo nos rios é
Que eles são sempre tão diferentes
As águas a mudar e nós a vermos
Mas porque não queremos ser assim
Nós somos tão prudentes
Segurança impede-nos de conhecermos

Depois do rio o que é que vai?
Depois do rio o que é que vai?
Vou indagar
Depois do rio o que é que vem?
Poder olhar
Gaivotas sem fim
Quero sonhar ver o que haverá além
Depois do rio o que é que vem?
Para mim só para mim

O sonho está no arvoredo, ou escondido na cascata
Vou ignorar o som que tanto chama
Um firme casamento e marido protector
Mas que não sonha e que não se inflama

Depois do rio o que é que vai?
Depois do rio o que é que vai?
Vou indagar
Depois do rio o que é que vem?
Poder olhar
Para além do mar
Quero sonhar
Ver o que haverá além
Depois do rio o que é que vem?
Depois do rio o que é que vem?

Sigo o caminho mais calmo
Certo como um tambor
Vou casar com Kokoam
E a quimera vai e vem
Ou quero ver
Quero mais e sonho
Depois do rio o que é que vem?"

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Ontem de manhã fui a uma festa de anos! Mas não festejei grande coisa...

Ao aniversariante vi de relance...e o porta voz da festa parecia não o conhecer muito bem...

A festa foi rápida...30min! Pode-se festejar em 30min, mas não aconteceu. A pressa era muita...
Todo o itinerário da festa estava traçado...e todos o sabiam de cor. Agora dizemos "Olá!" e agora "abrimos os presentes, mas rápido...vá não é preciso abrir tudo, tira a fita-cola só de um lado, espreita que pelos desenhos da caixa já sabes o que é!"

"Abertos" os presentes...foi feito um discurso acerca dos perigos de se andar de saltos altos nos paralelos. E, por fim, apagaram rapidamente as luzes e cantaram-se os Parabéns em voz baixa, melancólica, mas rápido! E partiu-se o bolo! Todos o provaram (mesmo os que já não se lembravam quem era o aniversariante), e ao ir buscar a fatia à mesa do bolo, todos levaram a carteira e as suas coisas...não fosse algum dos convidados matreiros pegar nela..."por engano!"

E terminou a festa! Todos saíram...caladinhos. O aniversariante...se ainda lá estava, não o vi! Foram todos saindo, satisfeitos por já estar feito o favor: ir à festa que não apetecia, mas que não convinha faltar.

No fim de tudo, sinto que festejei muito pouco. Já não ia há 3 semanas a uma festa de aniversário...e senti que afinal já não ia há 4 semanas.