quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A (in)capacidade das palavras

"Se olharmos as coisas de perto, na melhor das hipóteses chegaremos à conclusão de que as palavras tentam dizer o que pensámos ou sentimos, mas há motivos para suspeitar que, por muito que procurem, não chegarão nunca a enunciar essa essa coisa estranha, rara e misteriosa que é um sentimento."
José Saramago
In “Las palabras ocultan la incapacidad de sentir”, ABC (Suplemento ABC Literario), Madrid, 9 de Agosto de 1996
caderno.josesaramago.org

domingo, 24 de outubro de 2010

"Era uma vez eu antes de Jesus... Era uma vez eu depois de Jesus..."
É Delicioso ver este testemunho de história acontecer ao nosso lado...

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Provérbio Africano

As lágrimas que descem pelo rosto não tiram a visão.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Provérbios

Nem sempre gostei de provérbios. Mas com o tempo fui aprendendo a respeitá-los e até a gostar deles. Vejo-os como o retrato de um povo, com História, histórias, crenças e com experiência de vida, muita vida.
Também com o tempo, fui descobrindo uma nova brincadeira (daqueles que quem me conhece mais de perto sabe que tenho :p) e então a brincadeira (que se transforma muitas vezes numa coisa séria) consiste em recriar os provérbios à minha vontade. Ou seja, sempre que ouço ou leio algum, crio um novo baseado nesse. Confesso que é uma brincadeira muito engraçada e que me tem feito descobrir muitas coisas! =) É giro...e, por isso, sugiro que experimentem!
Por isso, hoje partilho um que me tem acompanhado há já algumas semanas...e é bom ter destas companhias...
Todos nós sabemos que "A Esperança é a última a morrer!"...eu atrevo-me a dizer que " A Esperança é a primeira a nascer"...
e olhem que o parto já começou...há muitas, muitas, muitas horas...

domingo, 5 de setembro de 2010

A Disney tem destas preciosidades :)


"O que eu mais amo nos rios é
Que eles são sempre tão diferentes
As águas a mudar e nós a vermos
Mas porque não queremos ser assim
Nós somos tão prudentes
Segurança impede-nos de conhecermos

Depois do rio o que é que vai?
Depois do rio o que é que vai?
Vou indagar
Depois do rio o que é que vem?
Poder olhar
Gaivotas sem fim
Quero sonhar ver o que haverá além
Depois do rio o que é que vem?
Para mim só para mim

O sonho está no arvoredo, ou escondido na cascata
Vou ignorar o som que tanto chama
Um firme casamento e marido protector
Mas que não sonha e que não se inflama

Depois do rio o que é que vai?
Depois do rio o que é que vai?
Vou indagar
Depois do rio o que é que vem?
Poder olhar
Para além do mar
Quero sonhar
Ver o que haverá além
Depois do rio o que é que vem?
Depois do rio o que é que vem?

Sigo o caminho mais calmo
Certo como um tambor
Vou casar com Kokoam
E a quimera vai e vem
Ou quero ver
Quero mais e sonho
Depois do rio o que é que vem?"

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Ontem de manhã fui a uma festa de anos! Mas não festejei grande coisa...

Ao aniversariante vi de relance...e o porta voz da festa parecia não o conhecer muito bem...

A festa foi rápida...30min! Pode-se festejar em 30min, mas não aconteceu. A pressa era muita...
Todo o itinerário da festa estava traçado...e todos o sabiam de cor. Agora dizemos "Olá!" e agora "abrimos os presentes, mas rápido...vá não é preciso abrir tudo, tira a fita-cola só de um lado, espreita que pelos desenhos da caixa já sabes o que é!"

"Abertos" os presentes...foi feito um discurso acerca dos perigos de se andar de saltos altos nos paralelos. E, por fim, apagaram rapidamente as luzes e cantaram-se os Parabéns em voz baixa, melancólica, mas rápido! E partiu-se o bolo! Todos o provaram (mesmo os que já não se lembravam quem era o aniversariante), e ao ir buscar a fatia à mesa do bolo, todos levaram a carteira e as suas coisas...não fosse algum dos convidados matreiros pegar nela..."por engano!"

E terminou a festa! Todos saíram...caladinhos. O aniversariante...se ainda lá estava, não o vi! Foram todos saindo, satisfeitos por já estar feito o favor: ir à festa que não apetecia, mas que não convinha faltar.

No fim de tudo, sinto que festejei muito pouco. Já não ia há 3 semanas a uma festa de aniversário...e senti que afinal já não ia há 4 semanas.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Vou-me apercebendo que os insectos provocam em nós diferentes comportamentos...

Se não nos provocam medo...admiramos, observamos ou, simplesmente, ignoramos!
Se tiverem fama de maus ou se forem esquisitos e diferentes do habitual podemos:
- Matar (caso nos consideremos, ou nos forcemos acreditar, superiores a ele....apesar do medo)
ou
- Paralisar (caso o medo tome realmente conta de nós...)

O que é certo...é que quem mata é o medo...
O medo é lixado...